Fevereiro de 2026 pode ser o mês mais consequente da história da inteligência artificial. Não é exagero: em menos de...
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Geopolítica Tech
Poder, soberania digital e as disputas que definem quem controla a tecnologia do futuro.
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A Reversão de Política dos EUA A decisão do governo Trump marcou uma mudança fundamental na abordagem americana. Desde outubro...
Em 13 de janeiro de 2026, a administração Trump reverteu silenciosamente uma das políticas mais restritivas do governo Biden: a...
O ano de 2026 marca o momento em que a União Europeia decide transformar suas leis digitais em ações concretas...
Taiwan fabrica 90% dos chips mais avançados do mundo — concentração sem precedente em qualquer insumo crítico. O que isso significa para empresas, investidores e a janela de risco geopolítico 2027-2030.
Não existe e não existirá uma solução única de governança global para IA — o que pode funcionar é uma constelação de mecanismos complementares, cada um adequado para um conjunto de problemas específico.
Microsoft, Google, Amazon, Meta e Oracle vão gastar $450B em infraestrutura de IA — e onde esse capital vai não é apenas decisão de negócios, é estratégia de influência geopolítica.
Três rodadas de sanções bloquearam H100s para a China — e claramente impõem custo real. Mas controles compram tempo, não resolvem o problema. A questão é o que os EUA fazem com essa janela.
O Google reintegrou a Intrinsic, sua empresa de software para robótica. Por que esse movimento importa — e o que ele revela sobre a próxima aposta do Alphabet.
Os EUA mobilizam diplomacia e capital para garantir acesso privilegiado aos minerais críticos brasileiros — nióbio, lítio, terras raras — como parte da estratégia de desacoplamento tecnológico da China. O Brasil tem os recursos, mas não tem ainda a política industrial para transformar essa vantagem em posição real nas cadeias de valor tecnológicas globais.














