Em 3 semanas, Anthropic lançou Claude in PowerPoint, Claude in Excel e expandiu o Cowork para enterprise — o movimento mais agressivo da empresa em direção ao workplace corporativo e um desafio direto ao Microsoft Copilot.
Aleatórios
Inteligência Artificial
Modelos, agentes, infraestrutura e o impacto real da IA nas decisões de negócio.
Em 28 de fevereiro de 2026, o ChatGPT perdeu o topo da App Store para o Claude em um único dia. O movimento #QuitGPT, impulsionado pela indignação com o contrato militar da OpenAI, revela que confiança e posicionamento ético já são variáveis competitivas reais — não apenas valores de parede.
TSMC bate recordes com demanda de chips para IA e aumenta capex para até $56B. Quem fabrica os chips de todas as empresas da corrida por IA — e o risco de concentração que ninguém consegue resolver rápido.
Durante anos, o debate sobre IA e emprego girou em torno de um cenário bem definido: trabalhadores de baixa renda,...
A Apple acaba de tomar uma decisão que, há 18 meses, pareceria impensável: anunciou para março de 2026 uma Siri...
No dia 19 de fevereiro de 2026, o Google anunciou o lançamento em preview do Gemini 3.1 Pro, seu modelo...
Quando a OpenAI lançou o GPT-4, a narrativa dominante era clara: o futuro pertence aos modelos gigantes, treinados em bilhões...
Em março de 2026, um modelo de linguagem da Anthropic passou a fazer algo que nenhuma IA havia feito antes:...
Há dois anos, IA significava responder perguntas. Em 2025, significava gerar conteúdo. Em 2026, significa agir. Os agentes de IA...
O CEO da Anthropic afirma que em 1 a 2 anos a IA poderá se aperfeiçoar de forma autônoma, com intervenção humana mínima. Não é hype — é a avaliação do homem mais cauteloso do setor. O que isso significa para o planejamento estratégico, força de trabalho e governança das empresas brasileiras?
Dois dos maiores nomes da inteligência artificial — OpenAI e Anthropic — estão em uma corrida que os faz avançar...
A ByteDance lançou o Seedance 2.0 e em dias recebeu cartas de cease-and-desist de Paramount e Disney. O que esse momento revela sobre o futuro da produção audiovisual — e o que executivos de mídia precisam decidir agora.














