The Bear venceu 10 Emmys, tem o episódio mais elogiado da TV recente e prova que respeitar a inteligência do espectador ainda encontra audiência massiva — mesmo sendo ansioso, pesado e sem vilão.
Ingressou27 de fevereiro de 2026
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Wicked arrecadou $700 mi e teve a maior abertura de um musical na história do cinema americano — provando que Hollywood errou ao abandonar o gênero e redesenhando os próximos 5 anos da indústria.
GTA VI tem orçamento estimado de $2 bilhões e é o produto de entretenimento mais esperado de uma geração — mas o jogo em si é apenas o início de uma plataforma de receita de 10 anos.
Pedro Pascal virou estrela global depois dos 40 — com The Last of Us, Gladiator II e um fenômeno de internet improvável. O caso mais fascinante de construção de estrelato na Hollywood atual.
O Spotify paga entre $0,003 e $0,005 por stream — mas quem realmente fica com o dinheiro são as grandes gravadoras. A cadeia completa revela por que artistas reclamam e quem tem razão.
Netflix bloqueou senhas, lançou plano com anúncios e ultrapassou 300 mi de assinantes — a reestruturação mais bem-sucedida do streaming nos últimos anos, agora sendo copiada pela concorrência.
Cowboy Carter não é só um álbum de country — é uma declaração historiográfica sobre o apagamento de artistas negros do gênero. E os números provam que funcionou: Grammy de 2025 e recorde histórico.
Sabrina Carpenter levou 15 anos para estourar — e Short n' Sweet foi o resultado de paciência estratégica, não sorte. O caso reescreve o playbook da virada artística no pop moderno.
Kendrick Lamar no Super Bowl LIX fechou o ciclo de 2024: venceu Drake, ganhou 5 Grammys com "Not Like Us" e chegou ao maior palco do mundo sem mudar sua proposta artística.
Bad Bunny em 2025 reescreveu as regras da música latina: primeiro Grammy de Álbum do Ano em espanhol, 2,6 mi de ingressos em uma semana e Super Bowl LX — nos seus próprios termos.
Não existe e não existirá uma solução única de governança global para IA — o que pode funcionar é uma constelação de mecanismos complementares, cada um adequado para um conjunto de problemas específico.
Microsoft, Google, Amazon, Meta e Oracle vão gastar $450B em infraestrutura de IA — e onde esse capital vai não é apenas decisão de negócios, é estratégia de influência geopolítica.














